Publicado em 17/04/2017 às 06:00 PM

Um dos suspeitos de assassinar DJ brasileiro na Florida é liberado após interrogatório

Um dos suspeitos de assassinar DJ brasileiro na Florida é liberado após interrogatório

Gerard foi liberado após interrogatório Gerard foi liberado após interrogatório

Um dos três suspeitos de atirar e matar o brasileiro Rogerio Anjos na saída deum clube para homens, em Fort Myers (Florida), foi interrogado e liberado. Ele se apresentou voluntariamente para as autoridades.

Gerald Petit Homme, 21 anos, de Lehigh Acres, não enfrenta atualmente nenhuma acusação, de acordo com o Tenente Jay Rodriguez. A polícia não disse porque ele foi liberado nem quando se entregou ou quanto tempo ficou detido para interrogatório.

Rogerio, também conhecido como DJ Roger Brazil, foi baleado nas primeiras horas da manhã do dia 1º de abril, no Scarlett's Cabaret. Ele morreu pouco depois que chegou ao Lee Memorial Hospital.

Um dos outros dois suspeitos, Kahleel Perez, que mora na Central Avenue, em Fort Myers, foi preso em 4 de abril e enfrenta uma acusação de homicídio em segundo grau.

Este foi o primeiro homicídio na cidade em 2017

O CRIME

De acordo com os registros, a polícia foi acionada para uma ocorrência de distúrbio no Scarlett´s Cabaret, na 3650 Fowler Street, por volta das 2 a.m. Quando eles chegaram ao local, encontraram o brasileiro Rogério Anjos com um ferimento a bala.

O brasileiro que também é conhecido como DJ Roger Brazil, e um amigo estavam deixando o clube quando se envolveram em uma discussão verbal com três homens desconhecidos por causa de uma vaga no estacionamento. A discussão foi tensa rapidamente e Dos Anjos acabou baleado por um dos homens, no abdômen.

Os três fugiram da cena do crime em um veículo hatchback de cor escura com uma placa amarelo e azul do Estado de New York, de acordo com a polícia. Os suspeitos são descritos como homens negros, na média de 20 anos de idade.

O brasileiro foi transportado para o Lee Memorial Hospital, mas não suportou aos ferimentos e foi declarado morto.

Fonte: Brazilian Times