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Editorial - Cultura
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Porre de literatura ajuda mulher a escapar da depressão
06 de julho de 2011.

Toda mulher tem a própria receita de como superar uma crise. Algumas afogam-se no chocolate, outras saem com as amigas e outras estouram o limite do cartão de crédito.

A heroína de "Ler, Viver e Amar" é um pouco diferente destas mulheres. Desde criança ela prefere isolar-se do mundo a ter que lidar com seus problemas, quaisquer que sejam eles.

Adulta, ela utiliza a literatura para ajudá-la a escapar da realidade. A descoberta da doença de seu pai foi apenas a primeira de muitas tristezas que se abateram sobre sua vida. Perdeu o emprego, o segundo o marido e, por fim, a autoestima.

Em meio a esta situação, Dora passa seus dias na banheira acompanhada de uma garrafa de vinho e de todos os autores que ela possa imaginar.

Suas saídas de casa são apenas para alimentar seu porre literário.

Numa destas visitas à livraria ela conhece Fred, o homem de seus sonhos capaz de tirá-la do torpor no qual ela se encontra. Mas ela não tem certeza se já está pronta para enfrentar o mundo desta forma e, para piorar, seu ex-marido reaparece para pedir desculpas.

Enquanto pondera as ações que deve tomar, Dora cita alguns dos muitos autores que ela leu em toda a sua vida. Afinal, como disse Emily Dickinson, "Não há fragata melhor que um livro para nos levar a terras distantes".

"Ler, Viver e Amar" é um pouco diferente destas mulheres. Desde criança ela prefere isolar-se do mundo a ter que lidar com seus problemas, quaisquer que sejam eles.

Adulta, ela utiliza a literatura para ajudá-la a escapar da realidade. A descoberta da doença de seu pai foi apenas a primeira de muitas tristezas que se abateram sobre sua vida. Perdeu o emprego, o segundo o marido e, por fim, a autoestima.

Em meio a esta situação, Dora passa seus dias na banheira acompanhada de uma garrafa de vinho e de todos os autores que ela possa imaginar.

Suas saídas de casa são apenas para alimentar seu porre literário.

Numa destas visitas à livraria ela conhece Fred, o homem de seus sonhos capaz de tirá-la do torpor no qual ela se encontra. Mas ela não tem certeza se já está pronta para enfrentar o mundo desta forma e, para piorar, seu ex-marido reaparece para pedir desculpas.

Enquanto pondera as ações que deve tomar, Dora cita alguns dos muitos autores que ela leu em toda a sua vida. Afinal, como disse Emily Dickinson, "Não há fragata melhor que um livro para nos levar a terras distantes".

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