Criatividade, flexibilidade e boas oportunidades são alguns dos motivos que fazem do Design de Interiores uma carreira cada vez mais procurada, inclusive por brasileiros que vivem no exterior. Segundo o Escritório de Estatísticas do Trabalho dos Estados Unidos (BLS), a previsão é de um aumento de 3% nas vagas para designers de interiores até 2035. Espera-se que a demanda contínua seja impulsionada principalmente por projetos de renovação e reformas de espaços existentes, gerando uma média estimada de 7.700 novas aberturas de vagas anuais ao longo da década.
As possibilidades são amplas: casas, empresas, hotéis, projetos sustentáveis e até espaços de saúde. É possível ser contratado, atuar como freelancer ou abrir o próprio negócio. E o trabalho vai além da estética: um ambiente bem pensado pode melhorar o humor, a produtividade e a saúde de quem vive nele.
Para quem mora longe do Brasil, há ainda outro atrativo: estudar online, em português, com diploma de uma universidade brasileira. Foi esse o caminho escolhido por Katia e Vinícius, cada um por seus motivos.
Um sonho adiado, realizado em português
Para a paulista Katia P., hoje moradora da Geórgia, a faculdade era um sonho guardado desde a adolescência. Com os filhos criados e o ninho vazio, decidiu realizá-lo. Ela conheceu a Uninter pelas redes sociais.
“A Uninter foi uma possibilidade, primeiramente, de realizar um sonho, já que eu não fiz faculdade quando era nova e quis fazer agora”, conta. O idioma também pesou na decisão. “O inglês eu estudo, eu me esforço, mas eu queria fazer um curso e entender 100%, conseguir pegar cada detalhe”, explica.
A escolha por Design de Interiores tem um motivo especial! Katia é artesã desde os nove anos de idade. O curso trouxe técnicas de espaço e de cores que ela ainda não tinha, e abriu as portas para uma carreira que une as duas atividades.
Formada, já pensa em voar alto. “Eu quero oferecer às minhas clientes, às que já tenho e às novas que virão, algo a mais”, afirma. Os planos incluem festas e decoração de casas. Para ela, estudar é um divisor de águas, porque preenche o vazio e traz de volta a esperança do amanhã.
Conhecimento que ninguém tira
O também paulista Vinícius S. encontrou na Uninter um jeito de continuar estudando longe do Brasil. “É muito legal, porque a gente tem a opção de voltar para o país e continuar trabalhando”, caso essa seja a escolha.
A vontade de aprender vem de casa. Ele cresceu ouvindo dos pais que conhecimento é algo que “ninguém tira da gente”. Levou a lição a sério: Design de Interiores é a quarta faculdade dele, e já pensa em outra especialização. Hoje, Vinícius é senior designer de cozinhas virtuais na área corporativa de uma conhecida loja de materiais de construção.
Vinicius espera que a dedicação continue abrindo portas, novos desafios e cargos mais altos, além de crescimento pessoal. “Apesar da linguagem universal, o design tem particularidades, e alguns materiais usados nos EUA não são os mesmos do Brasil, o que exige adaptação”, explica. O plano é continuar morando nos Estados Unidos, mas, se um dia voltar ao Brasil, ele sabe que a formação da Uninter terá o mesmo valor.
E o diploma nos Estados Unidos?
Nos Estados Unidos, a licença não é obrigatória para atuar como designer de interiores, mas cerca de metade dos estados oferece certificação ou registro profissional, por meio do exame do Conselho de Qualificação de Design de Interiores (CIDQ). Formações obtidas no exterior podem ser avaliadas por instituições especializadas e, dependendo do caso, abrir caminho para esse reconhecimento. Por isso, vale a pena consultar o CIDQ sobre as possibilidades. No Brasil, o curso da Uninter é reconhecido pelo Ministério da Educação. São dois anos de formação, com teoria e prática, para entrar no mercado preparado e competitivo. Para mais informações, visite uninteramericas.com





