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Publicado em 27/03/2025 as 12:00pm

ESTUDANTE SUL-COREANA RESIDENTE PERMANENTE PROCESSA TRUMP E O GOVERNO POR TENTATIVA DE DEPORTAÇÃO

A universitária sul-coreana Yunseo Chung, de 21 anos, entrou com uma ação judicial contra o...

A universitária sul-coreana Yunseo Chung, de 21 anos, entrou com uma ação judicial contra o ex-presidente Donald Trump e vários de seus secretários.

Yunseo participou de um protesto na Columbia University no verão passado contra os ataques de Israel na Faixa de Gaza, em apoio ao povo palestino. Durante a manifestação, em 2024, foi detida pela Polícia de Nova York e, como punição, a universidade a afastou das aulas, designando-a para tarefas administrativas. Sua defesa alega que ela não concedeu entrevistas nem liderou os protestos. Meses depois, a Columbia retirou todas as acusações contra ela.

Em 8 de março deste ano, o ICE obteve um mandado administrativo para prendê-la e agentes federais foram até a casa de seus pais, sem sucesso. Um agente informou aos advogados de Yunseo que seu green card havia sido revogado. No dia 13 de março, o ICE esteve no dormitório da estudante na Columbia, buscando informações como contrato de locação e histórico de viagens.

Residente permanente nos EUA desde os 7 anos, quando imigrou com os pais da Coreia do Sul, Yunseo tem se destacado academicamente, figurando na lista do Decano de Direito a cada semestre, com um GPA de 3,99.

O processo movido por Yunseo cita Donald Trump, o secretário de Estado Marco Rubio, a procuradora-geral Pamela Bondi, a secretária de Segurança Interna Kristi Noem, além do diretor-geral do ICE Todd M. Lyons e do diretor de operações do ICE em Nova York, William P. Joyce.

Em nota à CNN, o Departamento de Segurança Nacional declarou:
“Yunseo Chung se envolveu em conduta preocupante e está sendo procurada para remoção conforme as leis de imigração, incluindo sua prisão durante protestos pró-Hamas no Barnard College. Ela terá a oportunidade de apresentar seu caso diante de um juiz de imigração.”

Os advogados da estudante afirmam que as ações do governo são inéditas, violam o direito à liberdade de expressão e não resistem a questionamentos jurídicos básicos.

Fonte: Da redação

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