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Brasileiro apontado como liderança do PCC em Massachusetts admite culpa por tráfico de drogas e crimes com armas

Um brasileiro apontado pelas autoridades americanas como integrante de posição de liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) em Massachusetts admitiu culpa em um processo federal envolvendo tráfico de drogas e…

Publicado em 09/25/26
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Brasileiro apontado como liderança do PCC em Massachusetts admite culpa por tráfico de drogas e crimes com armas

Um brasileiro apontado pelas autoridades americanas como integrante de posição de liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) em Massachusetts admitiu culpa em um processo federal envolvendo tráfico de drogas e crimes relacionados a armas de fogo.

Adinazio Vinicius Soares Dias Barbosa, de 30 anos, conhecido como “Panda”, morava em Peabody, Massachusetts. Segundo o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ), ele abastecia com fentanil e cocaína uma rede de distribuição que operava na região de North Shore, ao norte de Boston.

Durante a investigação, agentes analisaram um telefone atribuído ao brasileiro e encontraram mensagens e imagens que, segundo as autoridades, estavam relacionadas às atividades de tráfico. Entre o material identificado estava a expressão “Sintonia Geral dos Estados Unidos”.

De acordo com o DOJ, o termo “sintonia” é utilizado pelo PCC para identificar diferentes setores e níveis dentro da estrutura da organização criminosa. As autoridades americanas sustentam que as evidências apontavam Barbosa como alguém que ocupava posição de liderança do grupo nos Estados Unidos.

O caso ganhou outro capítulo em julho de 2025, quando o brasileiro foi abordado por policiais na rodovia I-95, na Carolina do Sul, enquanto a investigação ainda estava em andamento.

Segundo as autoridades, Barbosa autorizou uma revista no veículo, mas, antes que a busca começasse, tentou fugir correndo. Ele foi localizado e detido pouco depois.

Durante a inspeção do automóvel, os policiais encontraram nove rifles e munições. Barbosa teria informado que havia comprado as armas na Carolina do Sul e pretendia entregá-las a um intermediário em Miami, na Flórida.

O Departamento de Justiça afirma que o destino final dos rifles seria o Brasil, para onde seriam transportados por uma rota que passaria pelo Paraguai.

Agora, Barbosa se declarou culpado de acusações federais que incluem conspiração para distribuição de drogas, posse de armas e munições por estrangeiro e comércio de armas de fogo sem licença.

Algumas das acusações admitem penas de até 20 anos de prisão, embora a punição definitiva seja determinada pelo tribunal de acordo com a legislação federal e as circunstâncias do processo.

A sentença está marcada para 3 de dezembro.

Fonte: Da redação

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