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Brasileiros no exterior enviaram US$ 38 bilhões ao Brasil em dez anos

Quando um brasileiro decide construir sua vida em outro país, ele não deixa de ser brasileiro. Continua carregando sua nacionalidade, sua história, seus vínculos familiares, culturais, patrimoniais e, em muitos casos,…

Publicado em 09/28/26
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Brasileiros no exterior enviaram US$ 38 bilhões ao Brasil em dez anos

Quando um brasileiro decide construir sua vida em outro país, ele não deixa de ser brasileiro. Continua carregando sua nacionalidade, sua história, seus vínculos familiares, culturais, patrimoniais e, em muitos casos, suas obrigações civis, tributárias e previdenciárias com o Brasil. A distância geográfica não elimina a cidadania — e tampouco deveria significar distanciamento institucional por parte do Estado brasileiro.

As estimativas oficiais apontam para uma comunidade de aproximadamente 5 milhões de brasileiros vivendo no exterior. Entretanto, esse número não representa um censo absoluto. Considerando pessoas não registradas em repartições consulares, brasileiros em permanente mobilidade internacional e cidadãos em situação migratória irregular, estimativas não oficiais sugerem que a dimensão real dessa diáspora possa ser significativamente maior, eventualmente ultrapassando 10 milhões de pessoas.

São brasileiros que trabalham, empreendem, estudam, constituem famílias e representam o país diariamente em diferentes partes do mundo. Ao mesmo tempo, muitos relatam dificuldades relacionadas a atendimento consular, documentação, proteção institucional, previdência, representação política e interlocução efetiva com o próprio Brasil.

Foi a partir dessa realidade que decidimos levar algumas dessas questões diretamente ao Dr. Augusto Cury, candidato à Presidência da República.

Cury gentilmente aceitou responder a uma série de perguntas sobre o futuro do Brasil e, especialmente, sobre um tema ainda pouco presente no debate político nacional: qual deve ser a responsabilidade do Estado brasileiro em relação aos milhões de cidadãos que vivem além de suas fronteiras?

Nesta entrevista exclusiva, buscamos compreender sua visão sobre assistência aos brasileiros no exterior, fortalecimento da rede consular, representação política da diáspora, retorno de talentos formados nas grandes universidades internacionais e criação de novas políticas públicas destinadas a essa comunidade.

Mais do que apresentar respostas, esta entrevista pretende contribuir para uma discussão que o Brasil precisa enfrentar com seriedade.

Quem representa o brasileiro que vive no exterior?

Qual deve ser a responsabilidade do país para com seus cidadãos, independentemente de onde estejam?

E, sobretudo: o Brasil está preparado para reconhecer sua diáspora como parte efetiva de sua própria sociedade?

A seguir, apresentamos as respostas do candidato Augusto Cury.

Leia, conheça suas posições e tire suas próprias conclusões.

 

O senhor construiu sua trajetória fora da política tradicional e chega a esta eleição defendendo a pacificação do país. O que, na prática, diferencia o seu projeto de governo das propostas que o brasileiro já ouviu nas últimas eleições?

 

Eu não fiz carreira política, não dependo do poder e não quero fazer do poder uma profissão. Entrei nesse processo porque acredito que o Brasil não pode continuar aprisionado à polarização, à política de ataques e à velha disputa entre grupos que tratam adversários como inimigos.

 

Disseram à sociedade que existem dois barcos: o da direita e o da esquerda. Eu discordo. Existe um único barco chamado Brasil. Podemos divergir profundamente sobre ideias — e devemos divergir, porque a divergência é a beleza da democracia —, mas não podemos transformar diferenças em ódio.

 

Meu projeto procura sair da política das promessas para uma política de projetos mensuráveis. Defendo educação emocional nas escolas, ensino técnico em larga escala, empreendedorismo, fortalecimento do cooperativismo, modernização da agricultura e da indústria, telemedicina, proteção às mulheres, inclusão de neurodivergentes, combate inteligente à corrupção, modernização das embaixadas e uma economia distribuída capaz de criar milhões de empreendedores.

 

Quero um Estado que deixe de ser proprietário da sociedade e volte a ser servidor dela. O presidente da República não é dono do país; é empregado da sociedade.

 

 

 

O senhor fala com frequência em “gestão da emoção” e educação emocional. Como transformar um conceito que nasceu na psicologia e na educação em políticas públicas mensuráveis, com orçamento, metas e resultados concretos?

 

Gestão da Emoção não pode ser apenas uma frase bonita. Precisa entrar no território dos indicadores.

 

Na educação, podemos estabelecer programas de prevenção à violência, ao bullying, à automutilação, ao abandono escolar e ao adoecimento emocional, com avaliação periódica. É possível medir redução de conflitos, absenteísmo, evasão, afastamento de professores e episódios de violência escolar.

 

Também podemos capacitar professores para estimular pensamento crítico, tolerância à frustração, resolução de conflitos e autonomia emocional. Não quero uma geração que simplesmente acumule informações; quero jovens capazes de pensar antes de reagir, trabalhar perdas, lidar com críticas e construir projetos de vida.

 

Na saúde pública, prevenção emocional significa reduzir pressão futura sobre o SUS. O Estado brasileiro costuma chegar depois que o sofrimento explodiu. Precisamos de uma política que chegue antes.

 

Cada programa deverá ter metas, indicadores independentes, avaliação anual e transparência pública. Política pública sem avaliação pode se transformar apenas em despesa. Política pública avaliada pode se transformar em investimento.

 

 

 

O Brasil enfrenta dívida elevada, juros altos, baixa produtividade e enormes desigualdades. Quais seriam as três primeiras medidas econômicas de um eventual governo Augusto Cury?

 

A primeira seria promover uma profunda responsabilidade fiscal, acompanhada de revisão de gastos, eficiência administrativa e segurança jurídica. Um país fiscalmente desorganizado paga juros maiores, afasta investimentos e condena os mais pobres, que são os primeiros a sofrer com inflação e desemprego.

 

A segunda seria iniciar uma revolução do empreendedorismo e do crédito produtivo. Quero facilitar a vida de milhões de micro e pequenos empresários, simplificar a abertura de empresas, ampliar crédito responsável e estimular cooperativas. O Brasil precisa de uma economia distribuída. Em vez de poucos grandes centros de geração de riqueza, precisamos de milhões de brasileiros produzindo, inovando e empregando.

 

A terceira seria lançar um grande programa de produtividade e investimento: infraestrutura, tecnologia, indústria 4.0, inteligência artificial, robótica, agricultura 4.0, bioinsumos, energia e formação técnica. Temos de trazer capital de longo prazo para o Brasil com segurança jurídica e responsabilidade fiscal e transformá-lo em produção.

 

Não existe política social sustentável sem economia forte. E não existe economia verdadeiramente forte se a prosperidade estiver concentrada nas mãos de poucos.

 

 

 

O senhor tem defendido empreendedorismo, mérito e um Estado mais eficiente. Como conciliar essa visão com a necessidade de proteger as parcelas mais vulneráveis da população e reduzir desigualdades históricas?

 

Nunca vi contradição entre responsabilidade econômica e sensibilidade social.

 

Eu costumo dizer que precisamos ter uma mente empreendedora, capaz de valorizar produtividade, iniciativa e eficiência, mas um coração social capaz de enxergar quem ficou para trás.

 

Programas de transferência de renda são necessários para quem precisa deles. Mas a maior política social de longo prazo é oferecer instrumentos para que uma pessoa possa caminhar com as próprias pernas: educação de qualidade, formação profissional, crédito, regularização fundiária, segurança, saúde e oportunidade de empreender.

 

Não quero retirar a rede de proteção. Quero acrescentar uma escada de emancipação.

 

O pobre não pode ser tratado como propriedade eleitoral de partido algum. Ele precisa ser tratado como cidadão capaz de escrever a própria história.

 

 

 

Sua candidatura apresenta propostas de mudanças institucionais importantes, inclusive em relação ao STF e ao sistema político. Como garantir que reformas dessa dimensão sejam feitas preservando o equilíbrio entre os Poderes e a estabilidade democrática?

 

Nenhuma transformação institucional séria pode ser feita por vingança, ressentimento ou confronto entre Poderes.

 

Defendo discutir democraticamente aperfeiçoamentos no funcionamento das instituições, inclusive critérios de mandato e de composição do Supremo Tribunal Federal e possíveis mudanças no sistema político. Mas tudo deve ocorrer dentro da Constituição, por meio do Congresso Nacional e, quando apropriado, da consulta direta à população. Defendo o fim da vitaliciedade e mandato de 8 anos para ministros do STF! Ninguém é dono do cargo, o cargo pertence ao pagador de impostos, ao contribuinte, que é o patrão de todos os ministros do STF, todo funcionário de carreira e eleito pelo povo

 

Independência entre os Poderes não significa ausência de limites. Executivo, Legislativo e Judiciário são instituições indispensáveis, mas todos os agentes públicos são servidores da sociedade e devem prestar contas a ela.

 

Quero fortalecer o STF como instituição e preservar sua independência. Uma reforma equilibrada deve diminuir personalismos, aumentar previsibilidade institucional e fortalecer a confiança da população.

 

Pacificação não é passividade. Democracia exige diálogo, fiscalização e respeito às regras.

 

 

Milhões de brasileiros vivem hoje fora do país. Na sua visão, o brasileiro que vive no exterior é hoje suficientemente reconhecido pelo Estado brasileiro?

 

Não. O brasileiro que vive no exterior não deixou de ser brasileiro porque atravessou uma fronteira. Muitos trabalham duramente, enviam recursos às famílias, investem no país, divulgam nossa cultura e formam uma extraordinária rede de talento, ciência, empreendedorismo e conhecimento.

 

Precisamos deixar de enxergar a diáspora apenas como uma questão consular. Ela deve ser tratada como parte estratégica da sociedade brasileira.

 

Um brasileiro que vive em Boston, Lisboa, Londres, Tóquio, Miami ou qualquer outra cidade do planeta continua fazendo parte do nosso barco chamado Brasil.

Mas meu sonho é criar um país tão justo, tão desenvolvido, sem epidemia de corrupção, seguro e com tantas oportunidades para trazer de volta esses queridos brasileiros para realizar os seus sonhos em nosso solo…

 

 

 

Esses brasileiros enviam bilhões de dólares ao Brasil e mantêm vínculos econômicos com o país. É justo que tenham presença institucional tão limitada nas políticas públicas brasileiras?

 

Não considero justo. Se milhões de brasileiros vivem no exterior, precisamos desenvolver canais permanentes de participação e escuta. Não podemos procurar essas comunidades apenas em momentos eleitorais ou quando uma crise acontece.

 

Quero estimular a criação de mecanismos institucionais de diálogo entre a diáspora e o governo brasileiro, envolvendo diplomacia, economia, educação, ciência, cultura e empreendedorismo.

 

Quem vive fora também pode ajudar a modernizar o Brasil. Temos brasileiros extraordinários em universidades, empresas, hospitais, laboratórios e centros tecnológicos no mundo inteiro.

 

Precisamos ouvi-los.

 

 

 

O brasileiro com título eleitoral no exterior vota para presidente, mas não elege um deputado federal especificamente para representar a diáspora. O senhor apoiaria a abertura de um debate constitucional para criar representação parlamentar própria?

 

Sim, apoiaria a abertura do debate. Não se trata de decretar antecipadamente um modelo, porque uma mudança dessa natureza exige análise constitucional, discussão no Congresso e diálogo com a sociedade.

 

Mas considero legítimo perguntar: se milhões de cidadãos brasileiros vivem no exterior, por que não discutir uma forma institucional mais adequada de representação?

 

Quero abrir esse debate de maneira técnica, democrática e sem demagogia, analisando modelos existentes em outras democracias, custos, critérios eleitorais e impactos sobre a representação federativa brasileira.

 

Democracia amadurece quando incorpora vozes que estavam distantes dos centros de decisão.

 

 

 

Brasileiros no exterior relatam dificuldades com consulados, documentação, detenções, exploração trabalhista, violência e emergências familiares. O senhor assumiria o compromisso de modernizar e fortalecer a rede consular?

 

Sim. Quero estabelecer padrões claros de qualidade para o atendimento consular: canais digitais modernos, protocolos de emergência, indicadores de tempo de resposta e avaliação permanente do atendimento.

 

Em situações graves — detenções, desaparecimentos, violência, tráfico de pessoas, exploração trabalhista ou calamidades — o cidadão brasileiro deve saber exatamente a quem recorrer.

 

Também precisamos utilizar tecnologia e inteligência artificial para agilizar serviços burocráticos e liberar nossos diplomatas e funcionários para os casos que verdadeiramente precisam da presença humana.

 

Tecnologia deve diminuir a distância entre o Estado e o cidadão.

 

 

 

O senhor já falou em modernizar as embaixadas brasileiras e transformá-las em estruturas mais ativas na promoção do Brasil. Essa modernização também incluiria uma missão mais forte de atendimento e proteção aos próprios brasileiros no exterior?

 

Sem nenhuma dúvida. Minha proposta de Embaixadas 4.0 jamais significou transformar diplomatas em influenciadores. Significa utilizar melhor comunicação, inteligência de dados e tecnologia para defender a imagem e os interesses do Brasil.

 

Nossas embaixadas precisam ajudar a abrir mercados para produtos brasileiros, atrair investimentos, apresentar nossa agricultura, nossa indústria, nossa ciência, nossa cultura e nosso turismo.

 

Mas existe outra missão tão importante quanto essa: proteger o brasileiro.

 

Uma diplomacia forte não pode apenas vender o Brasil para o mundo. Precisa também acolher seus cidadãos no mundo.

 

 

Se eleito, o senhor estaria disposto a criar uma Política Nacional permanente para os Brasileiros no Exterior — com observatório de dados, conselho representativo da diáspora, atendimento consular modernizado e diálogo permanente?

 

Sim. Considero uma proposta muito importante e que merece integrar nosso programa.

 

Eu defenderia uma Política Nacional dos Brasileiros no Exterior baseada em quatro pilares: dados confiáveis sobre nossa diáspora; modernização consular; um mecanismo permanente de representação e diálogo; e integração econômica, científica, cultural e educacional dessas comunidades com o Brasil.

 

Precisamos saber onde estão nossos brasileiros, quais são suas principais dificuldades, quais oportunidades podem gerar e de que forma o Estado pode protegê-los melhor.

 

O Itamaraty deve continuar sendo uma instituição de excelência diplomática, mas também pode se transformar numa extraordinária ponte entre os brasileiros espalhados pelo planeta e o desenvolvimento nacional.

 

 

Milhares de filhos de brasileiros no exterior frequentam algumas das melhores universidades do mundo. O senhor criaria políticas para atraí-los de volta ao Brasil?

 

Sim. E considero isso estratégico para o futuro do país.

 

O Brasil não pode assistir passivamente à exportação de cérebros e depois reclamar que não consegue competir em ciência, tecnologia e inovação.

 

Quero desenvolver um programa nacional de atração de talentos brasileiros e descendentes de brasileiros que estudaram ou trabalharam em grandes centros internacionais.

 

Precisamos criar ambientes de inovação, facilitar a abertura de empresas, financiar pesquisa de excelência, estimular startups, conectar universidades com a indústria e oferecer condições para que pesquisadores, médicos, engenheiros, especialistas em inteligência artificial, biotecnologia e inúmeras outras áreas tenham motivos concretos para construir parte de sua trajetória no Brasil.

 

E não precisamos pensar apenas em “trazer de volta”. No mundo digital, um pesquisador brasileiro em Stanford, Oxford, Harvard, MIT, Paris ou Tóquio pode cooperar com universidades e empresas brasileiras sem abandonar sua carreira internacional.

 

Quero transformar a diáspora brasileira em uma das maiores redes mundiais de inteligência a serviço do desenvolvimento do Brasil.

 

 

 

Por último, uma mensagem de esperança ao brasileiro que vive longe de sua terra, da sua gente e que, muitas vezes, é vítima de xenofobia extrema.

 

Ao brasileiro que está longe da sua terra, quero dizer algo que talvez nenhum documento diplomático consiga expressar.

 

Você pode ter atravessado oceanos, aprendido outra língua, reconstruído sua vida e criado seus filhos em outra cultura, mas ninguém tem o direito de diminuir sua dignidade.

 

A xenofobia revela muito mais sobre a pobreza emocional de quem agride do que sobre aquele que é agredido.

 

Se alguém tentar fazê-lo sentir-se inferior por ser brasileiro, não entregue a essa pessoa o controle da sua história. Não permita que uma palavra cruel se transforme numa janela traumática que governe a sua mente.

 

Você pertence ao Brasil mesmo estando a milhares de quilômetros dele.

 

Conheço a dor de quem começa pequeno. Minha origem foi muito humilde. Por isso, acredito profundamente que as dificuldades da nossa trajetória não determinam o tamanho dos nossos sonhos.

 

Se eu tiver a oportunidade de governar este país, quero que cada brasileiro no exterior saiba que não será lembrado apenas na hora de votar. Quero que seja respeitado como cidadão, protegido pelo seu país e convidado a participar da construção de uma nova etapa da nossa história.

 

Onde houver um brasileiro, deve existir também um pedaço do Brasil.

 

E quando alguém perguntar qual é o seu lugar, jamais permita que o preconceito responda por você.

 

Seu lugar é onde sua inteligência florescer, onde sua família puder sonhar e onde sua dignidade for respeitada.

 

Mas nunca se esqueça: existe uma nação do outro lado do oceano que continua sendo sua.

 

Precisamos construir um Brasil que faça nossos filhos terem orgulho de permanecer nele — e aqueles que partiram terem orgulho de voltar, investir, ensinar, inovar ou simplesmente dizer:

“Esta também é a minha casa.”

     Se a Sociedade brasileira, bem como os brasileiros que moram fora do país, acharem que eu sou digno de sentar na cadeira de presidente, faça um vídeo de apoio, pois a suspeita a suspeita seríssima de que o algoritmo foi usado sabotar a única candidatura que quer pacificar o país e terminar com essa polarização insana e doentia, essa guerra de egos, como se fosse um sequestrados por famílias personalíssimas. Eu crescia mais de 300.000 seguidores por dia no final de agosto, e isso diminuiu 1000 vezes menos subitamente a partir de setembro. Isto é gravíssimo. Temos de fazer um alerta mundial para verificar o que aconteceu...

    Outra coisa! O mundo só se desenvolveu com gestão inteligente, uma mente capitalista e um coração social. Dos 20 países que mais se desenvolveram, 19 tinham primeiro-ministro como gestores. Só Estados Unidos se desenvolveu como presidencialista. América Latina pouco se desenvolveu, devido ao personalismo, péssima gestão, como o peronismo, lulismo,  bolsonarismo, o chavismo, o getulismo! Eu provocaria o Congresso a mudar o regime para o semi presidencialismo logo na primeira semana... onde o presidente ficaria no estratégico e na política externa, e um primeiro-ministro na gestão do dia a dia da nação, com uma mente capitalista e um coração social para escutar as dores das pessoas e resolvê-las. Mais de 90% das dores humanas não têm cor partidária. Seria uma revolução para nação brasileira. Eu não amo poder e não dependo do poder e nem do dinheiro  e do prestígio do poder, já tenho que os políticos jamais sonharam em ter, mas eu amo meu país, por isso eu fiquei. Eu amo a nação brasileira! Mas nunca encontrei um ambiente tão tóxico como a política. Se tiver o privilégio ser eleito, ficaria quatro anos iria embora pra nunca mais voltar, construiria o alicerce de uma nova nação e outros políticos éticos e inteligentes construíram os andares de cima…

 

Augusto Cury: gestor, investidor em empresas de biotecnologia, agro, etc! Escritor mais lido do Brasil no século XXI e o psiquiatra mais publicado no mundo na atualidade, em mais de 90 países. Candidata à presidência do Brasil

 

[02:13, 16/09/2026] Junior: Entrevista

[02:13, 16/09/2026] Junior: materia capa com destaque

[02:13, 16/09/2026] Junior: Grande

[02:13, 16/09/2026] Junior: Ele vai ler e comentar

[02:13, 16/09/2026] Junior: Pf ponha assim

[02:13, 16/09/2026] Junior: Quando sair a matéria ele vai gravar um video de agradecimento

[02:13, 16/09/2026] Junior: Nao esqueça

CREDITO MATERIA

AUGUSTO CORREA NETO

Vice Presidente da API Associação Paulista de Imprensa - Direto de Londres

Fonte: Da redação

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