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Ex-pastor brasileiro é preso em Massachusetts e transferido para a Carolina do Sul após acusações de crimes contra menor

Um brasileiro de 52 anos, que atuou como pastor de igrejas evangélicas e empresário nos Estados Unidos, foi preso em Framingham, Massachusetts, e transferido para a Carolina do Sul, onde enfrenta graves acusações de…

Publicado em 11/06/26
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Ex-pastor brasileiro é preso em Massachusetts e transferido para a Carolina do Sul após acusações de crimes contra menor

Um brasileiro de 52 anos, que atuou como pastor de igrejas evangélicas e empresário nos Estados Unidos, foi preso em Framingham, Massachusetts, e transferido para a Carolina do Sul, onde enfrenta graves acusações de crimes sexuais envolvendo menores de idade. Identificado como Marc-Marcel Nikson Dias Menezes, também conhecido como Marcelo Menezes, ele havia sido considerado foragido pelas autoridades daquele estado.

Ex-morador de Medeiros Neto, no extremo sul da Bahia, Marcelo construiu parte de sua trajetória nos Estados Unidos, onde se tornou conhecido em segmentos da comunidade brasileira. Além de exercer atividades religiosas, atuou no setor empresarial e participou da criação de uma organização não governamental (ONG). Durante sua permanência no país, residiu em diferentes cidades de Massachusetts, incluindo Framingham, Holliston e Northborough.

De acordo com as informações sobre o caso, Marcelo era procurado pela Justiça da Carolina do Sul e acabou localizado pelas autoridades em Framingham. Após a prisão, foi iniciado o procedimento de transferência interestadual para que respondesse às acusações na jurisdição responsável pelo processo.

A operação foi concluída na madrugada de 13 de outubro de 2026, por volta das 5h20, quando o brasileiro foi entregue à custódia das autoridades da Carolina do Sul. Ele foi encaminhado à região de Myrtle Beach, no condado de Horry, onde tramita o processo judicial.

Segundo as informações atribuídas aos registros oficiais de custódia da Polícia de Myrtle Beach, Marcelo enfrenta acusação de conduta sexual criminosa em segundo grau envolvendo menor de idade, ou tentativa. A classificação penal mencionada no caso está relacionada a vítimas na faixa etária de 11 a 14 anos, tornando a investigação especialmente grave.

A legislação da Carolina do Sul prevê punições severas para crimes sexuais contra menores, dependendo da natureza da acusação, das circunstâncias e de eventual condenação. Até o momento, entretanto, não há confirmação de sentença condenatória contra o brasileiro neste processo.

Outro ponto que chama atenção é a situação da fiança. Conforme as informações apresentadas sobre o registro inicial de custódia, o valor aparece como US$ 0,00, o que não significa necessariamente liberdade sem pagamento. A definição sobre eventual concessão de fiança poderá depender da análise de um juiz competente, considerando a gravidade das acusações e os requisitos previstos na legislação estadual.

A prisão também chama atenção pela trajetória pública atribuída ao brasileiro. Sua atuação anterior como líder religioso e participante de iniciativas comunitárias contrasta com a gravidade das acusações que agora enfrenta na Justiça americana. No entanto, suas atividades profissionais e religiosas anteriores não constituem, por si só, evidência de envolvimento nos crimes investigados.

O caso deverá seguir os procedimentos judiciais do condado de Horry, onde a defesa terá oportunidade de contestar as acusações e apresentar seus argumentos. Marcelo Menezes tem direito à presunção de inocência até que exista uma decisão judicial definitiva.

Até a publicação das informações disponíveis, não foi possível confirmar se houve novas audiências, alteração na situação da fiança ou decisão sobre sua permanência na prisão após a transferência de 13 de outubro. Também não foram divulgados, nas informações fornecidas, detalhes sobre as circunstâncias específicas dos supostos crimes, que permitam estabelecer quando teriam ocorrido.

A situação de Marcelo Menezes permanece sob responsabilidade da Justiça da Carolina do Sul, que deverá determinar os próximos passos do processo. Todos são inocentes até que um juiz determine a sentença.

Fonte: Da redação

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